sexta-feira, junho 04, 2010

Bons Tempos

Escrito por Ocimar Raphael Gama.

 Eu lembro como se fosse ontem quando eu sentava na sala para assistir os desenhos da época, como: Caverna do Dragão, Smurfs, Digimon (O Primeiro!), DBZ, Pokemon, Cavaleiros do Zodíaco, Ursinhos Carinhosos, He-man, Power Rangers e muitos outros, minha mãe costumava gritar: "Filho, saia da frente da televisão e faça sua lição de casa!", eu, obviamente, reclamando mas obedecia, apesar dos gráficos não serem tão bons e suas dublagens ruins, os desenhos eram o máximo!

 Hoje em dia, só escutamos falar de Avatar (o filme) e outras tecnologias 3D, mas percebemos que a simplicidade de um desenho foi perdida, agora, as crianças só querem saber de computador, video game, celular e mp3, eu lembro que costumava jogar Atari e logo depois ganhei um Mega Drive, mas só jogava depois dos deveres cumprido e dependia se eu estivesse obediente, quando mencionamos isso, estas crianças dizem "O que é Atari? Não tinha celular? Como vocês conseguiam viver?" Mal sabem elas que esse video game foi a revolução da época, e o computador? Hoje, um produto quase indispensavel dentro de um lar, mas que antes não existia, assim como o celular, são produtos que, agora, não sabemos viver sem, aliás, sabemos sim, mas não podemos dispensa-los por causa de nossos contatos que podemos perder, bem como oportunidades.

 Ás vezes, me pergunto, que rumo a história teria tomado se não existisse essa evolução tecnológica que nos rodeia, como seria a nossa vida sem ela? Pois ao mesmo tempo que ela aproximou as pessoas, ao meu ver, ela afastou também, pois os timidos, atualmente, se escondem atrás de um computador e não o usa para se aproximar e sim para se afastar cada vez mais, fora crimes virtuais que está ficando mais frequente a medida que evoluimos na era digital.

 Uma coisa é certa, antes, nós tinhamos muito menos problemas e as despesas eram muito menores do que hoje em dia, pois não tinha internet, telefone fixo era para poucos, coisas de luxo de antes que agora todos tem sem ao menor esforço. Voltando ao inicio do texto, sobre os desenhos, da uma certa nostalgia lembrar disso, a ingênuidade com a simplicidade, saudades de quando eramos crianças e sem precisar ficar se preocupando com o que passa no mundo, saudades de quando as pessoas se importavam mais umas com as outras, uma pena que esse espirito tenha se perdido e que é apenas lembrado em certas datas comemorativas do ano. Bons Tempos.

quinta-feira, junho 03, 2010

EBC seleciona projetos para TV

 A Empresa Brasil de Comunicação (EBC) vai selecionar projetos para o Fundo Setorial do Audiovisual destinados a televisão.

 Os critérios de seleção levam em conta a pertinência dos projetos ao perfil diferenciado dos canais públicos geridos pela EBC; as conveniências para a renovação da programação; as possibilidades orçamentárias da EBC e o cumprimento das regras do Programa de Apoio ao Desenvolvimento do Audiovisual Brasileiro (Prodav).

 Os interessados devem encaminhar suas propostas por Sedex até o dia 10 de junho para a Gerência de Executiva de Programas Institucionais (Rua da Relação, 18, 11° andar, Rio de Janeiro, RJ, CEP: 20231-011, aos cuidados de Berenice Mendes Bezerra).

 O resultado será divulgado até 18 de junho no site da TV Brasil. Para mais detalhes, clique aqui.

quarta-feira, junho 02, 2010

LU! Cast - Episódio 02

Para quem não viu os primeiros videos, clique aqui.

Esse é o segundo video desse novo canal da LUG!, então, confiram abaixo:



Como vocês viram, em breve o "Combar Arms" estará disponivel para todos os players, estou ansioso pra detonar! (risos)

Abraços.

Homer Simpson: o maior personagem de TV

Ícone da animação Os Simpsons ocupa o primeiro lugar na pesquisa feita pela revista Entertainment Weekly

Homer Simpson: pai de família é o maior personagem criado para a televisão e o cinema nos últimos 20 anos

 O fã de cerveja e comedor de rosquinhas recheadas Homer Simpson foi apontado como o maior personagem criado para a televisão e o cinema nos últimos 20 anos.
 O personagem principal do seriado animado americano Os Simpsons derrotou o menino mago Harry Potter e Buffy, a caçadora de vampiros, para ocupar o primeiro lugar na pesquisa feita para a revista americana de entretenimento Entertainment Weekly.
 Matt Groening, o criador dos Simpsons, disse que milhões de pessoas se identificam com Homer e sua frase predileta, "D'oh."
 
Matt Groening: o criador de Os Simpsons
 
 Os Simpsons é transmitido em mais de 90 países e é o seriado do horário nobre da TV americana que está há mais tempo no ar, estando agora em sua 21ª temporada.
 "As pessoas se identificam com Homer porque todos nós somos movidos em segredo por desejos inconfessáveis," teria dito Groening à Entertainment Weekly.
 "Homer se joga de cabeça em cada pensamento impulsivo que lhe vem à cabeça. É uma alegria ver o prazer que ele tem com qualquer coisa."

 Harry Potter, criado pela escritora britânica J.K. Rowling e representado por Daniel Radcliffe em seis filmes, foi descrito como "ícone global" e ficou em segundo lugar na pesquisa da revista.

 A protagonista do seriado Buffy, a Caça-Vampiros, representada por Sarah Michelle Gellar, é a terceira colocada na lista, seguida por Tony Soprano, da série dramática The Sopranos, da HBO, e do vilão de quadrinhos Coringa, representado pelo falecido ator Heath Ledger em O Cavaleiro das Trevas.
 Os dez primeiros nomes da lista incluem ainda Rachel, de Friends, Edward Mãos de Tesoura, do filme desse título, o canibal Hannibal Lecter, representado pelo britânico Anthony Hopkins, Carrie Bradshaw, a personagem encarnada por Sarah Jessica Parker em Sex and the City, e o personagem animado Bob Esponja.
 A lista dos 100 maiores personagens foi divulgada na segunda-feira para lembrar o 20º aniversário da Entertainment Weekly.
 
Fonte: Último Segundo | Cultura

terça-feira, junho 01, 2010

Concurso “Amizades que valem uma crônica”

Arthur Dapieve, Zuenir Ventura e Luis Fernando Verissimo autografam 'Conversas sobre o tempo' para a Blooks

Caros leitores, a Blooks acaba de instituir, oficialmente (através do seu Blog), seu concurso cultural Amizades que valem uma crônica. Até 30 de junho vocês podem enviar por email uma crônica, um texto, sobre amizade. Das crônicas enviadas a equipe da Blooks escolherá 3 (três!) que serão publicadas no blog deles e submetidas ao voto popular. Aquela que for, por fim, escolhida pelos leitores deles como a melhor crônica sobre amizade será contemplada com…

 O prêmio: a Blooks vai oferecer como prêmio o livro Conversa sobre o tempo (Editora Agir). Mediados pelo jornalista Arthur Dapieve, Zuenir Ventura e Luis Fernando Veríssimo discorrem sobre tantos temas que fazem parte das nossas vidas. Detalhe: o livro está autografado pelo Zuenir, pelo Veríssimo e pelo Dapieve. Considerando que não haverá noite de autógrafos e que não vai ser exatemente simples encontrar os três juntos por acaso com uma caneta por perto… estamos diante de uma jóia rara. Um prêmio que vale a pena.

Seguem algumas regrinhas básicas para o concurso:

  • As crônicas devem ser enviadas num arquivo de texto (formato .txt) anexado ao email para o seguinte endereço: blooks@blooks.com.br
  • Tanto no corpo do email como no arquivo da crônica devem constar seu nome completo, número do seu CPF e telefone para contato;
  • Cada participante poderá enviar somente uma crônica, que não deve ser muito longa, com um máximo de 1000 palavras. O tamanho mínimo aceito para a crônica será, naturalmente, 140 caracteres.
  • Os critérios da equipe Blooks para selecionar as 3 crônicas a serem publicadas serão baseados na experiência deles como leitores, naquilo que os agrada e cativa, que tira a respiração… eles procurarão ser justos.
  • O pessoal da Blooks, bem como parentes, namorados e afins, não poderão participar do concurso. Mas poderão ler as crônicas que eles receberem e dar opinião, o que já é muito bom.
  • Eles vão receber os emails com as crônicas até o dia 30 de junho, que é uma quarta-feira e o anúncio das três crônicas escolhidas será feito em tempo oportuno, bem como a sua publicação no blog. O tempo suficiente para que eles possam escolher com tranquilidade.
 Por ocasião da publicação no blog deles, eles estabelecerão as condições da votação popular que elegerá a melhor crônica sobre amizade. Boa sorte a todos!

Lançamento: Goosebumps Horrorland 3!

 Novidade para os fãs da série Goosebumps Horrorland. O terceiro livro da coleção, Sangue de monstro para o café da manhã, vai estar disponível ainda na primeira quinzena de junho. No blog da editora fundamento foi divulgado a capa desse novo lançamento e um trecho do livro.
 
 
Capa do Terceiro Livro

 Nem esfriou a notícia de divulgação do segundo livro da série, que você conferiu aqui no blog, a Editora Fundamento já surpreendeu os fãns e já está preparando o terceiro livro que promete satisfazer os mais ansiosos pela série, confira o trecho divulgado:
 
 "O que era Sangue de Monstro? Um dos jogos on-line esquisitos de Bradley? Procurei o X no canto direito superior da tela para me livrar daquilo. Nada de X. Apertei a tecla ESC para tentar tirar a imagem da tela.

 Os olhos ainda me observavam. As palavras SANGUE DE MONSTRO escorriam pela tela como grossos coágulos de lodo verde. Apertei a tecla DELETE repetidas vezes e depois experimentei outras teclas.
 Não consegui sair. Não importa o que tentasse fazer, os feios olhos cheios de sangue continuavam me olhando. E então ouvi uma voz sussurrada e áspera, primeiro bem baixo, depois mais alto:

– Aproveite o seu Sangue de Monstro… Aproveite o seu Sangue de Monstro… Aproveite o seu Sangue de Monstro… Tentei desligar o som várias vezes, mas a voz continuava.
– Aproveite o seu Sangue de Monstro…

 O que estava acontecendo? Por que eu não conseguia fazer aquilo parar? O meu coração começou a bater acelerado. O que Bradley tinha feito com o meu computador? Fechei o laptop com força. Esperei alguns inutos para que ele desligasse.
 Quando levantei a tampa, os olhos estavam me observando, me olhando como se pudessem me ver. As palavras SANGUE DE MONSTRO escorriam pela tela. E a voz sussurrava sem parar:

– Aproveite o seu Sangue de Monstro… Aproveite o seu Sangue de Monstro…
– NÃÃÃÃOOOO! – gritei.

 Arranquei o cabo de energia de trás do laptop e o virei. Remexi na tampa da bateria e, finalmente, decidi tirá-la. Respirando com dificuldade, olhei para a tela. O laptop estava totalmente desligado… não tinha energia de nenhum tipo.
 Mas, mesmo assim, os olhos vermelhos olhavam para mim. E a voz áspera continuava a sussurrar sua mensagem:

– Aproveite o seu Sangue de Monstro… Aproveite o seu Sangue de Monstro."

Fique ligado, em breve você poderá curtir mais um novo lançamente dessa série.

segunda-feira, maio 31, 2010

Ensina-me a viver

Artigo retirado do site da Revista Época!
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Este artigo é bem interessante e divertido, apesar de longo. Gostaria que prestassem atenção nos "Dez Mandamentos de Robert McKee"  (partes em amarelo e suas observações embaixo), pois são dicas super importantes para aqueles que estão escrevendo um livro ou pretendem e querem dicas para melhorar a história.
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Por que o cinema se transformou, em um século, na maior fonte de lições práticas para a vida.


O MESTRE
 O roteirista Robert McKee ministrou o curso Story pela primeira vez no Brasil. Seus princípios mostram por que o cinema cativa e ensina

 Desde que os seres humanos dominaram a fala, eles contam histórias. É a maneira mais eficiente de ensinar, inspirar, mover alguém. E, no último século, o modo mais espetacular de contar histórias tem sido o cinema. Pense nos efeitos. Pense nas estrelas. Pense na entrega do público, que aceita ficar duas horas numa sala escura, com sua atenção exclusivamente voltada para as mensagens que alguém criou. Pense nos sentimentos que o cinema já provocou em você.

 Nem todas as histórias são inspiradoras. Algumas nem sequer fazem sentido. Mas entre os milhares de histórias produzidas por ano – só nos Estados Unidos há cerca de 25 mil roteiristas cadastrados nas duas associações de escritores do país –, umas tantas conseguem dar um recado original, intenso, emocional, impactante. São histórias que nos marcam.

 “A diferença entre um bom roteiro e um mau roteiro é a transformação”, disse o americano Robert McKee, de 69 anos, uma referência para roteiristas de todo o mundo. “Numa história ruim, o protagonista se mantém estático, mesmo se a trama for agitada.” Não há evolução, não há mudança. Não há aprendizado.

 McKee esteve no Brasil pela primeira vez há duas semanas e ministrou seu curso Story (Enredo) para 590 pessoas, a maioria atores, diretores, dramaturgos e roteiristas brasileiros (além de dois jornalistas de ÉPOCA). O curso, criado em 1986, é famoso por ter contribuído para que ex-alunos de McKee ganhassem 33 Oscars e 168 Emmys.

 “Prometo ensinar a vocês algo que parecia óbvio três décadas atrás, mas que agora virou quase um mistério: os princípios que regem um enredo, tanto para o cinema como qualquer outra forma de arte”, disse McKee. É essa técnica que faz do cinema um poderoso instrumento de transmissão de conhecimentos. A tal ponto que o crítico canadense David Gilmour, ante o problema de um filho de 15 anos que não queria estudar, propôs tirá-lo da escola e educá-lo apenas pela exibição de filmes e discussões posteriores. A história foi relatada no livro O clube do filme (editora Intrínseca), um best-seller no Brasil, com quase 60 mil exemplares vendidos. Após três anos dessa experiência, o próprio filho de Gilmour, Jesse, quis voltar para a escola. Hoje, aos 24 anos, ele estuda artes cênicas e está produzindo seu primeiro filme.

 A experiência dos Gilmours não é evidência de que o cinema seja um candidato eficiente para substituir a escola. Mas mostra que os filmes podem suscitar debates, dar informações. Isso ocorre porque, como disse McKee, cada filme gira em torno de uma ideia principal: “Dessa ideia central tudo o mais se origina”. Seu exemplo preferido é Casablanca, um filme fundamental no que diz respeito a roteiro, direção, trilha sonora, escolha dos atores, cenário e figurino. “Em Casablanca, dezenas de personagens, temas e subtemas ocultam uma única verdade essencial: o filme é sobre como um homem, Rick (Humphrey Bogart), é capaz de renunciar a tudo em nome do amor – inclusive à mulher amada.”

 Para passar essa ideia com credibilidade e confiança, o roteirista (ou escritor, ou cineasta, ou dramaturgo) precisa entendê-la melhor que seu público. “Você precisa de uma pesquisa benfeita e muita imaginação para desenvolver sua história.” Segundo McKee, a força de um roteirista está em seus conhecimentos de história, política, sociologia, seus relacionamentos e de outras pessoas, sua experiência de vida. De seus temas essenciais aos mais periféricos, o cinema precisa ensinar alguma coisa. Se não o fizer, não cria empatia com o público – e o perde.



 CLÁSSICO
 Casablanca, de 1942, com Ingrid Bergman e Humphrey Bogart, é exemplo de roteiro, trilha, elenco, direção e cenário

 A regra é: você quer escrever sobre um personagem que foi morto no campo de concentração de Auschwitz? É sua obrigação conhecer tudo sobre a Segunda Guerra Mundial. Ou o suficiente para apresentar com segurança um roteiro que entregue ao espectador o que ele quer – mas não da forma como ele espera.

 Nesse aspecto está a complexidade das personagens, uma das principais regras de McKee (leia seu decálogo no quadro) . Elas devem ser complexas porque as pessoas reais são complexas. E devem sofrer uma transformação porque, sem transformação, qual o sentido de contar uma história? Em Amor sem escalas, aparentemente não há grandes transformações. O personagem principal, o executivo Bingham (George Clooney), é o que é do princípio ao fim. Mas ele caminha inexoravelmente para uma descoberta sobre si mesmo: aquilo a que ele dava tanta importância e a imagem que fazia de si ruíram quando ele teve uma desilusão amorosa.

 Um bom exemplo da estrutura clássica de contar histórias é o filme Gran Torino. O solitário protagonista, Walt Kowalski (Clint Eastwood), é um ex-combatente da Guerra da Coreia. Ele tem ódio de seus vizinhos coreanos. Ao longo do filme, Kowalski desenvolve uma relação afetuosa com essa família e passa por uma metamorfose.

 O cinema ensina por que suas histórias, por definição, tratam de crises, um problema a ser resolvido, seguido do clímax, o instante de máxima tensão que prenuncia o desfecho. McKee afirma que a crise deve estar saturada de significados – e não somente de explosões ou barulhos. O clímax deve afetar o destino de todos os personagens.

 Outra grande força do cinema é sua capacidade de mostrar situações. “Mostre, jamais conte. Da forma mais natural possível”, diz McKee. “Um roteirista deve sempre escrever uma verdade.” Pode ser uma verdade fantástica, mas deve ter sempre coerência interna. Porque só assim os espectadores vão acreditar – e se identificar.

 “Apaixonar-se por uma história ou um personagem é tão importante quanto construí-los”, diz McKee. Você pode ter uma ideia genial para começar a escrever um roteiro. Mas não necessariamente precisa dela para criar a melhor história. “Na prática, a gente descobre a história enquanto ainda a está escrevendo”, afirma McKee. “Você pode escolher iniciar seu texto com um personagem, uma situação qualquer da vida, uma menção à infância, um casamento, uma cena da política. A partir daí, começa a desenvolver as cenas, explorando seus elementos.”

 Dito assim, parece fácil. Longe disso. A cada 1.000 filmes, segundo McKee, há apenas dez bons. Mas, quando são bons, tornam-se uma experiência de vida. Como os filmes que separamos nas páginas a seguir, e suas lições.

Os dez mandamentos de Robert McKee:

1. Respeitarás tua audiência
Jamais subestime a inteligência de seus espectadores. Supere suas expectativas e apresente algo a mais

2. Pesquisarás
Estude o tema a ser abordado para tornar o filme atraente para leigos e especialistas

3. Dramatizarás tua apresentação
Torne atraente, dinâmica e bem amarrada a história que pretende contar

4. Criarás camadas de significados sob teu texto
A superficialidade não é perdoada nem nos comerciais de margarina

5. Criarás personagens complexos, não histórias complicadas
Ninguém entende histórias difíceis, ninguém se identifica com personagens simplórios

6. Não usarás falso mistério nem surpresas baratas
Truques como acordar de um sonho para resolver o problema do filme estão fora de cogitação

7. Não usarás deus ex machina para teus encerramentos
Se a solução vem de alguém que não estava na história, o espectador se sente ludibriado

8. Não facilitarás a vida de teu protagonista
Se não houver transformação, não há por que contar a história

9. Levarás tua história às profundezas e extensões da experiência humana
Apresente ao público o que ele espera – e ainda assim o surpreenda

10. Não dormirás com ninguém que tenha mais problemas que ti
Licença poética. McKee quer dizer: você é que tem de ter as tramas


Aprenda com eles
Uma pequena seleção de filmes para rir, chorar, instigar e inspirar


Como conquistar uma desconhecida

Filme: Coisas para fazer em Denver quando você está morto

Cena: Ao ver Dagney (Gabrielle Anwar) sozinha, Jimmy (Andy Garcia) a aborda: “Você está apaixonada?”. Ela responde: “O quê?”. E ele: “Neste momento, você está apaixonada?”. Ela: “Por quê?”. Ele: “Porque, se você estiver, não quero tomar seu tempo. Não sou o tipo de homem que interfere na felicidade de outro homem. Mas, se você não estiver apaixonada, vou continuar com a minha rapsódia porque, se você me permite dizer isto, Dagney, você é o máximo”.

Lição: Jimmy estabelece claramente que se sentiu atraído – mas enfatiza que seu principal interesse é fazer Dagney feliz. Declara isso de forma inteligente e bem-humorada, dando-lhe o controle da situação. Assim, ela não se sente ameaçada e pode sorrir (o primeiro passo para a conquista). É claro que ter o charme de Andy Garcia ajuda...


A amizade supera as diferenças

Filme: A era do gelo 3
Cena: O grupo de amigos de espécies diferentes entra em crise. O tigre-dentes-de-sabre Diego acredita que enfraqueceu por viver longe de seu bando. Os mamutes Manny e Ellie esperam um filhote e só pensam na família. O bicho-preguiça Sid, sentindo-se rejeitado, adota três filhotes de dinossauro e entra em apuros. Nessa hora, a amizade fala mais alto e todos se reúnem para salvá-lo.

Lição: É natural que a vida nos encaminhe para rumos diferentes dos de nossos melhores amigos. Mas, quando surgem dificuldades, é com eles que temos de contar.


Como reger uma orquestra

Filme: O segredo de Beethoven

Cena: Beethoven (Ed Harris) está surdo e precisa reger uma de suas sinfonias. Ele pede ajuda a uma aluna. No pódio da orquestra, ele copia os gestos da moça, sentada na plateia.

Lição:  A expressão da música é dada pelos movimentos da mão esquerda. A mão direita indica a entrada de cada instrumento – e controla o compasso e o andamento da música. Ao sair do cinema, você poderia ir direto ao Municipal. A atriz Diane Kruger aprendeu os rudimentos da regência nesse filme.


Como não esmorecer diante de problemas desesperadores

Filme: Procurando Nemo

Cena: Merlin, pai de Nemo, está inconsolável. Seu filho foi levado por mergulhadores para o outro lado do oceano. Ele consegue encontrá-lo, com a ajuda de uma amiga, Dory.

Lição: Talvez a melhor lição de um filme cheio de lições seja a canção da amnésica Dory: “O chefe acabou com o seu dia? Levou o maior fora da sua vida? Sua sogra vai passar o fim de semana na sua casa? Cante com Dory: “Quando a vida decepciona, qual é a solução? Continue a nadar, continue a nadar, a nadar...”

Como cozinhar a autoestima

Filme: Julie & Julia

Cena: Julie (Amy Adams) é uma funcionária pública frustrada. Lê o livro sobre cozinha de Julia Childs (Meryl Streep) e se impõe o desafio de repetir todas as suas receitas. O “diploma” seria o pato recheado.

Lição: Impor-se uma tarefa difícil, mas possível – e, de preferência, prazerosa –, pode elevar a autoestima e até trazer benefícios inesperados. No caso de Julie, seu blog virou um sucesso e sua vida melhorou.


Como vencer as máquinas

Filme: O exterminador do futuro

Cena: Uma máquina é enviada do futuro para matar a mãe do líder dos humanos na guerra entre robôs e gente. Sarah Connor (Linda Hamilton) consegue esmagá-la em uma prensa.

Lição: Não tente fazer isso em casa. Chame um eletricista.


Nunca é tarde para se arrepender

Filme: Guerra nas estrelas

Cena: Ao final de três filmes inteiros posando de vilão, Darth Vader se sacrifica para salvar o filho.

Lição: A vida familiar dos Skywalkers nunca foi muito saudável. Além de abandonar a mulher grávida, Darth Vader tornou-se o pior inimigo do filho Luke, a ponto de cortar sua mão direita em uma luta. Seu passado nada exemplar não o impede de entregar sua vida para dar cabo do imperador Palpatine, salvando Luke – e de quebra a galáxia. Na conversa final entre pai e filho, sem máscara, o vilão finalmente encontra a paz. Nunca é tarde para fazer a coisa certa.

Nunca aceite comida de estranhos

Filme: Branca de Neve e os Sete Anões

Cena: A bruxa disfarçada de velhinha oferece uma maçã envenenada a Branca de Neve, enquanto os sete anões estavam no trabalho.

Lição: O conselho que todo mundo já recebeu um dia da mãe ou do pai vale para vários aspectos da vida, não só a comida. A fábula ilustra os riscos da sedução. Nem sempre o que parece apetitoso é saudável – e isso vale para romances, trabalho, lazer, amizades...

Como transformar adolescentes rebeldes em jovens responsáveis

Filme: Ao mestre com carinho

Cena: Um jovem engenheiro desempregado aceita o trabalho de professor num subúrbio de Londres, onde encontra alunos indisciplinados.

Lição: Confrontado com a rebeldia, Mark Thackeray (Sidney Poitier) desiste de ensinar-lhes a matéria e passa a dar aulas de comportamento e postura, demonstrando que não há progresso sem atitudes positivas. Usa leituras e incute neles orgulho de suas origens e opiniões, insistindo para que busquem seu caminho próprio. Inspira-os, em vez de tentar domá-los.

Quem vê cara não vê coração

Filme: Shrek

Cena: O ogro verde vê sua paz ameaçada quando o governante de Duloc, Lord Farquaad, expulsa todas as criaturas mágicas para o pântano onde mora. Shrek então se vê forçado a buscar a mulher dos sonhos de Farquaad, a princesa Fiona, que vivia adormecida num castelo protegido por um dragão.

Lição: Shrek é feio, mas tem o coração puro. E a princesa, que também era meio ogro, escolhe ficar com ele.


Como encantar a família

Filme: Mary Poppins

Cena: A babá mágica transforma a casa dos Banks. Quando, no final, o pai fica mais “humano” e se aproxima dos filhos, ela abre seu guarda-chuva e vai embora voando.

Lição: É a lição complementar da Babá Quase Perfeita. Se as crianças precisam de limite, precisam também de fantasia, diversão – e pais que lhes deem atenção e carinho.


Como conquistar seus filhos

Filme: Uma babá quase perfeita

Cena: Daniel (Robin Williams) se divorcia e perde o contato diário com os filhos. Decide, então, se passar por babá para ficar mais perto deles.

Lição: Como pai, Daniel era meio irresponsável. Ao assumir o disfarce de babá, teve de agir como alguém que impõe limites aos filhos. Acabou ganhando o respeito deles.


Como driblar a solidão

Filme: O náufrago

Cena: O funcionário da FedEx Chuck Noland (Tom Hanks), náufrago em uma ilha, desenvolve uma relação de amizade com uma bola de vôlei furada, que ele trata como senhor Wilson.

Lição: O que fazer se o seu avião caiu e você não tem com quem falar? Noland inventa um amigo: a bola. Com ela, passa por todos os estágios de uma verdadeira amizade. Faz comentários, discute, briga, se reconcilia. A capacidade de criar empatia – no limite, até com um objeto – é a receita para estabelecer uma relação verdadeira.

Como montar uma equipe

Filme: Os intocáveis

Cena: Para capturar o mafioso Al Capone, o policial Eliot Ness (Kevin Costner) queria requisitar ajuda de algum policial numa delegacia. O policial Jim Malone (Sean Connery) o convence a recrutar seu agente (Andy Garcia) direto na academia – porque os policiais em atividade já estavam contaminados pela corrupção reinante na época.

Lição: Se você quer mudar uma situação, não adianta buscar as pessoas formadas naquela realidade. Precisa do novo.


Como entender sua mulher – ou seu marido

Filme: Se eu fosse você (1 e 2)

Cena: O casal Cláudio (Tony Ramos) e Helena (Glória Pires) tem uma grande discussão. No dia seguinte, eles acordam com os corpos trocados.

Lição: Não existe essa mágica. Mas colocar-se no lugar do outro ajuda a entender como ele (ela) pensa, sente, age. E cria uma relação de mais respeito.

Como vencer um adversário imbatível

Filme: Quando éramos reis

Cena: O filme mostra a preparação de Muhammad Ali para enfrentar o então campeão do mundo de boxe, o superforte George Foreman, no Zaire, em 1974.

Lição: Foreman tinha o soco mais poderoso do boxe. Ali criou uma guerra psicológica. Dizia-se invencível, rápido como a luz. Conseguiu mobilizar o país a seu favor, treinando nas ruas. E, no ringue, provocava Foreman, perguntando se aqueles “soquinhos” eram tudo o que ele tinha para dar. Foreman cansou de bater. E caiu, ante os golpes de Ali – que também não era fraco, não.

Como unir o grupo em dois minutos

Filme: Gladiador

Cena: Os gladiadores estão cercados por animais selvagens e guardas romanos. A morte é certa. Aí um dos gladiadores, o general romano caído em desgraça Maximus, lhes ensina os fundamentos da formação do exército para a batalha. E eles ganham.

Lição: A força de um grupo é maior que a soma das partes. Ao formar um círculo fechado, protegido pelos escudos de todos, os alvos se tornam uma carapaça intransponível. É desse grupo coeso que, de vez em quando, sai um golpe individual – para em seguida voltar à proteção do grupo. Fora do campo de batalha, vale a transposição do ensinamento: para aproveitar a força do grupo, é preciso ter disciplina de grupo.

Uma noção básica de moda

Filme: O diabo veste Prada

Cena: A estagiária Andy (Anne Hathaway) diz que dois cintos são iguais. Toma uma lição de moral da chefe...

Lição: Você pode até não ligar para os grandes estilistas e suas criações exageradas, mas não se engane: o Diabo está nos detalhes. Você tem de aprender a reconhecê-los. Os acessórios, a harmonização do conjunto, o sapato...

Otimismo demais é idiotice

Filme: A vida de Brian

Cena: Brian, o menino nascido no mesmo dia que Jesus, é crucificado junto a seus comparsas em uma paródia hilariante do Novo Testamento, do grupo Monty Python.

Lição: Se você está sendo crucificado e, a seu lado, alguém canta “Sempre olhe o lado bom da vida”, esse alguém é um idiota.


Como construir uma reputação

Filme: O poderoso chefão

Cena: O primeiro filme da série, inteiro, mostra como Don Corleone (Marlon Brando) comanda uma família mafiosa.

Lição: Para tornar-se um chefão, Don Corleone segue alguns princípios: lealdade a quem lhe é leal (como no episódio em que faz um grande esforço para ajudar um cantor decadente a conseguir um papel no cinema); tratar de forma diferente pessoas diferentes; ouvir mais do que falar; manter sua palavra, sempre; considerar todos os impactos de suas ações, nas diversas áreas; e lembrar que as razões de negócio se sobrepõem às paixões (e à vingança), mesmo nos assuntos mais cruciais, de vida e morte.

A vida é melhor do que parece

Filme: Tudo pode dar certo

Cena: Boris (Larry David) é um gênio pessimista e ranzinza. Ao tentar o suicídio pela segunda vez, cai em cima de uma mulher – por quem se apaixona.

Lição: Como em vários filmes recentes de Woody Allen, o recado é: racionalmente, a vida não tem sentido. Mas a realidade insiste em nos presentear com momentos de graça, amor, ternura, amizade, alegria. Aproveite!

Resenha: HP e a Câmara Secreta (J. K. Rowling)

 Segundo volume, de um total de sete, chamado "Harry Potter e a Câmara Secreta", lançado em agosto de 2000, com aproximadamente 280 paginas pela Editora Rocco, já o filme, foi lançado em 2002 pela Warner Bros.

 Capa Original do Livro

  Bom, vou escrever um resumo sobre o que acontece neste volume da série:
 "Como sempre, Harry está na casa de seus tios, um estranho ser que se auto entitula "Dobby" visita o garoto e pede que ele não vá para a escola mas ele nem dá ouvidos, então, o ser faz com que Harry fique preso dentro da casa, porém, os amigos vem em busca dele e o salva, levando ele para casa.

 Depois de não conseguirem atravessar a plataforma 9 e meia, Rony e Harry pegam um carro voador e vão direto para a escola caindo direto no salgueiro lutador, levam broncas, punições e detenções por isso.

  Algumas pessoas aparecem petrificadas dentro da escola, inclusive a Hermione, mas todos acham que a culpa é do Harry Potter e dizem que ele é o herdeiro de Salazar, no meio tempo ele se descobre oflodigota, que é uma pessoa que fala com as cobras, e também, ele começa escutar sussurros. Logo, ele descobre que há uma câmara secreta onde fica o monstro que petrificou os alunos, enquanto isso, Gina é capturada e fica entre a vida e a morte.

 Harry e Rony descobrem onde é a entrada da Câmara Secreta e levam juto com eles, o novo professor de defesa contra artes das trevas, que não passa de um falsário e Harry se vê sozinho nessa empreitada, mas logo ele descobre onde a Gina está e quem é o verdadeiro culpado por isso, assim salvando o dia, mais uma vez."

 O Restante acho que todos já sabem. Nesse livro, a escritora usa e abusa da criatividade, nada de novo é apresentado, porém, recontando em um livro o que já foi escrito em pedaços em diversos outros (não que isso seja ruim), e assim, dando inicio, sem saber, a caçada pelas horcrux (sim, acredito que essas coisas foram acidentais, explico isso quando eu resenhar todos os livros).

 A Escritora melhorou neste segundo livro, acho que é um processo normal de amadurecimento de quem escreve sagas ou quem tem apenas o hábito de escrever.

Poster do Filme

 Acho que o filme desse livro saiu mais fiel que o primeiro, ao menos, nada gritante veio em minha cabeça, alguém tem algo a comentar sobre isso?
 Uma curiosidade sobre o filme, é que, o ator Richard Harris (Alvo Dumbledore) morreu aos 72 anos, poucas semanas antes da estréia de Harry Potter e a Câmara Secreta, seu último filme.

O Filme recebeu algumas indicações em algumas premiações, sendo elas:
  • Recebeu três indicações ao BAFTA: Melhores Efeitos Especiais, Melhor Desenho de Produção e Melhor Som.
  • Recebeu uma indicação ao MTV Movie Awards: Melhor Interpretação Virtual (Dobby).
 Enfim, só lendo para gente saber se a escritora é boa ou não, e se a obra tem seus méritos, leiam e tirem suas prórias conclusões, ou se prefirirem, assistam o filme, apesar que sou do tipo que sempre acha que o livro é melhor, tem algumas exceções, mas isso fica para um outro post.

3º Prêmio Cultura Viva

 O 3º Prêmio Cultura Viva é voltado para iniciativas que articulem cultura e comunicação. Podem participar gestores públicos, grupos informais, organizações da sociedade civil e pontos de cultura que estimulem a expressão e o compartilhamento de informações, bem como a produção de conteúdos culturais.

 As inscrições estão abertas até 30 de junho. Além da ficha de inscrição nesse link você encontra o regulamento e o comentário Ministro Juca Ferreira sobre a iniciativa.

sexta-feira, maio 28, 2010

Oficinas Galpão selecionam roteiros

Post editado, pois as informações estavam incorretas.

 Quem tem entre 16 e 26 anos e participa de instituições de inclusão cultural ou formação digital tem uma chance especial. As Oficinas Galpão são um projeto de formação e realização audiovisuais e recebem inscrições de roteiro até 25 de junho.

 Serão escolhidos 15 roteiros de ficcção ou documentário para participar do curso gratuitamente. Os selecionados participarão das Oficinas de Qualificação e Intercâmbio Audiovisual (de 19 a 29 de julho, no Espírito Santo) e gravarão o filme, ainda terão a obra exibida em um circuito aberto e gratuito por ruas e praças. O projeto vai oferecer transporte, alimentação e alojamento necessários.

 Endereço da sede dp Cine Galpão:
Rua Professora Maria Cândida, 15, Bairro República - Vitória - ES. Tel.:  (27) 3327 6494

 Em caso de dúvidas, acesse aqui ou ligue nos telefones indicados.

Espanhóis criam bunkers para se proteger do "fim do mundo"

Os refúgios nas montanhas têm geradores elétrico, sistemas de refrigeração e dispensas para mantimentos
Foto: BBC Brasil
 
 Um grupo de pessoas na Espanha se juntou para construir abrigos em diferentes pontos do país para se proteger do que eles acreditam que será o fim do mundo, na data profetizada pelos maias, 2012.

 Não importa se a profecia falhar: eles têm certeza de que diante das mudanças climáticas, dos desastres naturais, da instabilidade das manchas solares e da ameaça nuclear, convém ter um refúgio.

 "Não somos apocalípticos, mas queremos evitar os riscos. Um país como a Espanha, que tem centrais nucleares que são alvo da Al-Qaeda, não conta com um nível de segurança muito alto diante de uma grande catástrofe", explicou à BBC o presidente do Grupo de Sobrevivência da Espanha 2012 (GSE), Jonatan Bosque.

"Na Suíça, toda nova construção vem com seu bunker. Aqui, quem tem este tipo de refúgio são pessoas endinheiradas. Somos uma organização não-lucrativa e o que queremos é que os bunkers estejam ao alcance de todos", acrescentou.


 Três anos em um bunker
 O GSE conta com 180 sócios e vários projetos nas serras de Madri, Granada e Aragão. Os bunkers, subterrâneos e construídos como cavernas nas montanhas, estão protegidos por uma capa de 60 cm de concreto e contam com filtros de partículas radioativas para evitar a infiltração de resíduos tóxicos ou a passagem de radiação ou bactérias.

 Além disso, os refúgios têm geradores elétricos que funcionam a diesel, sistemas de refrigeração e dispensas para mantimentos, sementes e plantas.

 "É possível permanecer até três anos em seu interior respirando ar puro, mas tudo depende da capacidade de gestão dos ocupantes, dos alimentos. Você não vai encontrar iogurtes desnatados te esperando", ressaltou Bosque.

 "A questão é que se você está diante de uma catástrofe, como a explosão de Chernobyl, você não vai poder sair durante vários anos."


 Preços
 O catálogo dos bunkers inclui um inspirado no metrô de Londres, que é vendido nas versões família (54 m para 24 pessoas) e comunitária (600 m para 150 pessoas). Os bunkers são projetados para serem cravados na montanha, como se fossem os quartos de um barco que vai enfrentar uma grande inundação.

 "Os bunkers grandes podem custar por volta de US$ 150 mil (cerca de R$ 275 mil) e os pequenos por volta de US$ 4 mil (R$ 7,3 mil). Com um montante entre US$1,8 mil (cerca de R$ 3,3 mil) e US$ 3 mil (cerca de R$ 5,5 mil) por pessoa pode-se ser proprietário de um bunker", explicou o responsável do grupo.

 "Porém, não é uma casa. Seu uso é para emergências. Para ter acesso aos bunkers é preciso pertencer à cooperativa, assim evitamos especulações com os preços."

 Neste sentido, o GSE 2012 planeja arrecadar dinheiro de empresas para que este tipo de refúgio tenha acesso público e seja financiado pelo Estado.


 A Profecia Maia
 Depois de ver o filme "2012", sucesso de bilheteria e que foi inspirado nas profecias maias, que mostra um mundo de cidades destruídas e mares revoltos, Bosque saiu convencido de que tinha visto uma comédia.

 "É muito exagerado, mas acreditamos que há um aumento dos desastres naturais como consequência da atividade das manchas solares", afirmou.

 "A própria Nasa anunciou uma tormenta solar sem precedentes para 2012. Provavelmente ficaremos sem luz e nosso estilo de vida vai entrar em colapso, mas também existem vozes, como a do escritor holandês Patrick Geryl, que falam em uma inversão dos pólos magnéticos da terra, com consequências geológicas drásticas", explicou Bosque.

 "Não é para construir um bunker para se sentir seguro. Tem de se desenvolver protocolos de atuação para todo tipo de catástrofe, por mais remotas que elas pareçam, como as tormentas solares."

 "Há pouco tempo a província de Gerona, na Catalunha, ficou sem luz por causa de uma nevasca. Eles sabiam que o cabeamento elétrico tinha de ser trocado porque estava obsoleto, mas não o fizeram."
 
Fonte: Terra Noticias

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 Acredito que isso, apesar de ser real (os bunkers), pode ajudar aí no desenvolvimento de algum conto ou narrativa mais longa de FC, já que isso nos da diversas idéias interessantes, ao menos eu tive algumas. Mas olhando esta foto, ela me fez lembrar dos hobbits do tolkien e os teletubbies. O_O'

Lançamento Amanhã 6 - Quem tem medo da noite?

 Foi divulgado no blog da editora Fundamento, que o sexto livro da série "Amanhã" será lançado nos próximos dias, lembrando que o quinto livro foi lançado há pouco mais de dois meses, a capa do sexto está pronta, confira:



 E para os mais assíduos, a editora divulgou um trecho da nova aventura dos cinco jovens que tiveram as vidas viradas de cabeça para baixo depois que uma guerra destruiu o país onde viviam, não sei ao certo se posso publicar aqui, porém, como estou falando a fonte, não vejo problema, confira o trecho:

“Foi o Homer quem pensou em um jeito diferente de nos aproximarmos dos “selvagens”, que era o nome que havíamos dado para os meninos que estavam vivendo nas ruas de Stratton. E chamá-los de selvagens não era exagero. Eles não eram baderneiros comuns. Eram ferozes, perigosos, assustadores. Tinham pegado a gente de surpresa e roubado com mais eficiência que os soldados. Tinham pelo menos duas armas, e um arco e flecha que podia ser tão mortal quanto uma arma de fogo, desde que soubessem como usá-lo. Mas andávamos querendo ajudá-los. Era horrível ver crianças tão pequenas e tão enlouquecidas. O Homer tinha dito uma vez que a gente não iria desistir deles se fossem nossos irmãozinhos ou irmãzinhas. Concordamos com ele, mesmo que de um jeito meio vago. Só que nunca tínhamos chegado a fazer nada a respeito. Já tínhamos problemas demais. Não posso falar pelos outros, mas eu ficava muito nervosa perto daqueles moleques. Com todos os sustos e horrores que a gente havia enfrentado, eu não estava muito a fim de arranjar mais problemas.”

 Em breve o livro "Quem tem medo da noite?" estará nas melhores livrarias e na loja virtual da editora.

 Para quem não conhece a série, ela foi escrita pelo australiano John Mardsen e conta a história de um grupo de jovens durante uma invasão em seu país detalhando uma invasão de alta intensidade e ocupação da Austrália por uma potência estrangeira. O Livro está escrito na perspectiva, e em primeira pessoa, pela personagem principal, Ellie Linton, uma garota que participa de um pequeno grupo de adolescentes que trava uma guerra de guerrilha contra os soldados inimigos em sua cidade natal, ficcional, de Wirrawee. O nome da série é derivado do título do primeiro livro, Amanhã, quando a guerra começou.

Lançamento em outros países:
1993-1999 (Austrália)
1993-1999 (Europa)
1995-2009 (EUA)
2008-???? (BR)

 No total, são 7 livros com aproximadamente 230 páginas cada, no Brasil o sexto livro será lançado nos próximos dias, nomes dos livros:

01- "Amanhã, Quando a Guerra Começou"
02- "O Silêncio da Noite"
03- "No Terceiro Dia, A Geada"
04- "Escuridão, Seja Minha Amiga"
05- "Vingança Em Chamas"
06- "Quem Tem Medo Da Noite?"
07- "O Outro Lado Do Amanhecer" (Tradução Literal)
 
 Em Junho de 2009, a Screen Australia anunciou que irá financiar o desenvolvimento do filme para o livro Amanhã Quando a Guerra Começou que terá o roteiro escrito e será dirigido pelo roteirista Stuart Beattie (Australia, Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra), e produzido por Andrew Mason. A produção do filme começou a ser preparada no final do ano de 2009. O filme será lançado em 02/09/10, até agora não há data para o lançamento no Brasil.
 
 Para quem tiver mais interesse sobre a obra, pode acessa o site da editora, clique aqui, ou o do escritor John Mardsen, clique aqui (em inglês), ou o site do livro, clique aqui (em inglês).
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