A Summit Entertainment está negociando a aquisição dos direitos de Homelanders, uma série de ficção adulta escrita por Andrew Klavan. Lorenzo Di Bonaventura produzirá a adaptação.
A história acompanha o jovem Charlie West, que foi dormir certa noite como um estudante normal, mas acorda como um homem caçado pelo assassinato de seu melhor amigo. Para fugir da polícia, Charlie retorna para sua cidade natal em busca de respostas.
O primeio volume da série se chama The Last Thing I Remember e o segundo The Long Way Home. O terceiro livro está previsto para novembro. Klavan já teve duas outras obras adaptadas ao cinema: Crime Verdadeiro e Refém do Silêncio.
No Brasil, a obra ainda não foi publicada, mas com a chegada do filme, TALVEZ, quem sabe alguma editora nacional se interessa pela publicação da série.
quarta-feira, abril 14, 2010
Nova Adaptação: The Futurological Congress
O Livro pode virar um Longa-metragem nas mãos do israelense Ari Folman, vencedor do Globo de Ouro de melhor filme estrangeiro por Valsa com Bashir. Um vídeo com imagens do filme acaba de cair na rede.
Veja abaixo uma prévia com cenas do longa - que, quando finalizado, será meio live-action, meio animação - e um depoimento de Folman.
A trama do filme adapta livremente a obra de Lem. A atriz Robin Wright (Beowulf) interpreta uma atriz cuja carreira está em decadência que acaba transportada para o futuro, quando todo mundo usa drogas psicotrópicas e as alucinações substituíram a realidade. No filme, a viagem ao futuro marca a passagem do live-action para a animação.
O filme ainda está sendo produzido e não tem data de lançamento definida.
Para mais informações sobre o livro, acesse aqui, está em inglês.
terça-feira, abril 13, 2010
Lançamento: O Centésimo em Roma
Livro: O CENTÉSIMO EM ROMA
Autor: Max Mallmann
ISBN: 9788532525079
Páginas: 424
Capa: Christiano Menezes (estúdio Retina78)
Formato: 16x23
Preço: R$ 49,00
Sinopse do Livro:
"Ao iniciarmos a leitura de O centésimo em Roma , quinto livro de Max Mallmann, somos transportados para a Roma Antiga, entre os anos 68 e 70 d.C. Recuamos dois milênios no tempo. Nessa viagem ao passado, acompanhamos as atrocidades de imperadores despóticos, convivemos com a ambição e os vícios da aristocracia romana e seguimos os legionários em suas caçadas aos cristãos. Tudo isso no cenário de uma cidade barulhenta, em cujas ruelas estreitas se cruzam pregoeiros, cambistas, mendigos, adivinhos, dentre outros indivíduos de diferentes raças e culturas, vindos de diversos pontos do vasto Império. No bairro pobre, onde mora o protagonista do romance, frequentamos tabernas, tomamos contato com a gente simples que, entregue a si mesma, luta para sobreviver, sem qualquer possibilidade de interferir nos rumos tomados por aquela república sui generis. Gente que, aglomerada nas praças, assiste a cenas violentas decorrentes de insanas disputas pelo poder como se estivesse nos espetáculos circenses, torcendo por uns ou por outros, fazendo apostas para auferir algum lucro. Curiosamente, quanto mais nos enredamos na política e nos costumes desse tempo tão afastado do nosso, mais somos assaltados pela incômoda impressão de que a distância entre aquela realidade e a que vivemos não é tão grande como tínhamos imaginado.
O centésimo em Roma é um romance histórico que, retomando o subgênero nascido no século XIX, afasta-se daquele modelo. O chamado romance histórico clássico, cujo paradigma é a obra de Walter Scott, surgiu num contexto de profunda crença na possibilidade de figuração realista do passado como passo decisivo para a compreensão e resolução dos conflitos do presente. O romance de Mallmann, ao contrário, é fruto de uma época que olha o passado com a descrença dos tempos atuais, sendo que a própria objetividade do discurso histórico é posta sob suspeita. No lugar da visão evolutiva da História, o autor, num diapasão irônico, aponta para uma temporalidade cíclica, para a eterna repetição dos mesmos erros: não é por acaso que o título, a epígrafe e o último parágrafo do livro são retirados da obra de Machado de Assis. Por esse viés, o romance filia-se também à vertente narrativa inaugurada por Umberto Eco, que, inspirado em Jorge Luis Borges, mesclou o tema histórico e o policial, renovando o subgênero com a publicação de O nome da Rosa, em 1980.
O personagem principal de O centésimo em Roma não é, então, um grande herói nobre, idealista, que pretende mudar o mundo. Dolens -aquele que sofre, como indica seu nome - é um homem comum, plebeu, lutando para subir na vida, de preferência sem abrir mão de alguns bons sentimentos, numa sociedade em que todo valor é traduzido em moedas. Figura forte, bem construída pelo autor, Dolens tem tudo para conquistar o público contemporâneo.
Resultado de uma ampla pesquisa em textos de historiadores antigos e modernos, o romance dialoga, através de citações, diretas ou não, com essas obras e com a literatura de diferentes períodos, sem perder o tom coloquial e o bom humor. Consegue, assim, prender a atenção do leitor até a última página."
Por Vera Lúcia Follain de Figueiredo,
Doutora em Letras e professora da PUC-RJ.
Orelha do Livro:
O centurião Publius Desiderius Dolens, depois de anos combatendo bárbaros na Germânia, está de volta às apinhadas vielas de Roma. Estamos em 68 d.C. As legiões romanas dominam o mundo. Nero, o imperador insano, comanda as legiões — ou, pelo menos, imagina comandar.
Conhecido em toda parte como o Carniceiro de Bonna, o ambicioso centurião Dolens deseja bem mais que ser um plebeu temido e admirado por sua capacidade de matar. Quer ingressar na ordem dos cavaleiros, posição de prestígio no Império Romano e passaporte para o mundo dos nobres. Como não dispõe da fortuna necessária para se tornar cavaleiro — duzentos e cinquenta mil sestércios, não incluídos aí os subornos de praxe —, ele precisa contar com algumas articulações políticas, as quais, para seu desgosto, são rapidamente desfeitas quando seu benfeitor cai em desgraça.
Frustrado, resta-lhe o cargo de chefe da guarda dos urbanicianos, a ralé da polícia local. O prêmio de consolação faz com que Dolens continue tão plebeu quanto antes, e agora suas tarefas são controlar arruaceiros, escoltar figurões a prostíbulos e investigar a morte de um senador da República. Ao que tudo indica, o nobre senador foi assassinado por integrantes da misteriosa seita dos cristãos, fanáticos que cultuam um judeu crucificado.
Metido numa investigação claudicante e obcecado por ascender socialmente, Dolens — dono de uma ética própria e de um coração mais melancólico do que raivoso — é o irresistível anti-herói criado pelo escritor Max Mallmann para dar vida à época em que homens poderosos, na disputa pelo trono de Nero, travaram uma guerra que levou Roma, e com ela toda a civilização ocidental, à beira da destruição.
O centésimo em Roma é um bem-humorado romance histórico, escrito com base em sólida e apaixonada pesquisa. Roma, palco de disputas políticas e conspirações, ressurge com irônica vivacidade: “colossal e patética em seus monumentos de mármore pintados em cores grotescas, é um estridente turbilhão de pregoeiros, cambistas, mendigos, vendedores, taberneiros, adivinhos, advogados e mestres-escolas. Nenhuma pedra da Cidade conheceu jamais um instante de silêncio.”
Book Trailer:
Sobre o Lançamento:
No Rio de Janeiro, será na quinta-feira, dia 15 de abril, na Livraria da Travessa de Ipanema (Rua Visconde de Pirajá, 572), a partir das 19:30.
Em Porto Alegre, será no dia 6 de maio, também uma quinta-feira, no mesmo horário, na Livraria Cultura (Bourbon Shopping Country - Avenida Túlio de Rose, 80 - lj. 302).
Para São Paulo, ainda não há uma data, mas, assim que tiver, o post será editado.
Observações:
Para mais detalhes sobre a obra, como uma "amostra grátis", guias de viagem e algumas matérias sobre o livro e o autor, você pode acessar o site oficial dele: clique aqui. Para ler a resenha feita pelo Blog FC e Afins, clique aqui.
segunda-feira, abril 12, 2010
Coletâneas recebem textos para seleção
Atualmente existem cinco coletâneas de literatura especulativa que encontram-se abertas para o envio de contos.
Obs.: Nenhuma delas cobra dinheiro ou exige venda – sob consignação ou não – de exemplares e todas pagam direitos autorais aos escritores.
A Editora Cidadela – que trabalha pelo sistema de demanda – convocou a escritora e organizadora Georgette Silen para organizar a coleção ‘Histórias Fantásticas’, dedicada a autores de ficção fantástica brasileira. O volume 1 já está recebendo contos. Segue o texto informativo:
“Histórias Fantásticas, volume 1
O Fantástico está presente em todas as culturas e mitologias que cercam o ser humano, desde os primórdios. Crendices, lendas, tudo faz parte do processo de crescimento do homem, e de seu povo. É intrínseco, inegável e indissolúvel na formação de uma sociedade.
Nada mais natural, portanto, que a Literatura Fantástica faça proveito dela, do imaginário popular, das lendas e superstições que nos acordam a noite, que nos transportam a outro lugar. Olhos brilham na escuridão, fadas voam com brilhos fosforescentes, curupiras assoviam, enquanto fantasmas povoam os quatro cantos, causando medo e tremor. Vampiros e bruxas, lobisomens e monstros, criaturas do imaginário coletivo serão os protagonistas de uma nova aventura. E estarão ao redor do leitor, que não terá como desviar o olhar.
Histórias Fantásticas, nova série que a Cidadela Editorial oferece aos leitores, irá contar com 21 contos selecionados nesse primeiro volume, que retratem toda a magia, a beleza, o fascínio e a diversidade do universo da Literatura Fantástica Brasileira. Os autores dessa série estão convidados a explorar todos os tipos possíveis de criaturas fantásticas, com temática livre dentro do gênero Fantástico, dando vida às letras do imaginário, transportando o leitor a universos e dimensões variadas.
E para participar, envie seu conto, entre 8000 e 10000 caracteres com espaços, para o email historiasfantasticas@cidadelaeditorial.com.br até o dia 07/06/2010 para avaliação e seleção. A organização será de Georgette Silen (organizadora das antologias O GRIMOIRE DOS VAMPIROS e UFO – CONTOS NÃO IDENTIFICADOS). Os autores selecionados não terão que pagar pela publicação, que será no sistema de demanda da editora, e terão direito a descontos especiais para adquirir os exemplares.
Faça parte desse novo projeto. Envie seu conto e esteja entre as páginas de Histórias Fantásticas.
Comunidade no Orkut
E-mail: historiasfantasticas@cidadelaeditorial.com.br "
Editora Tarja
Depois do anuncio do fechamento da seleção da coletânea cyberpunk feita pela própria Editora Tarja, ela anunciou mais quatro coletâneas com temas diferentes: História Alternativa, Fantasia Urbana, Anjos/Demônios e Realidades Alternativas.
“A Tarja Editorial está em processo de avaliação de contos para novas coletâneas a serem editadas e publicadas entre o segundo semestre de 2010 e o primeiro semestre de 2011. Qualquer escritor pode enviar trabalhos para análise, bastando que respeitem as características de submissão de cada uma delas.
Todos os trabalhos devem ser enviados dentro do padrão que segue abaixo, sendo que, em caso de recebimento de obras fora dele, automaticamente serão descartadas sem análise do texto:
1) O arquivo contendo o contos deve ser enviado em formato digital no padrão de extensão .doc ou .rtf (outros formatos não são aceitos, principalmente em corpo de mensagem). A fonte utilizada deve ser única (sugerimos garamond, arial, verdana ou times new roman) em todo arquivo. Não devem constar cabeçalhos ou rodapés no arquivo e não é necessário inserir numeração de páginas.
2) O envio deve ser feito para o endereço eletrônico: o r i g i n a i s @ t a r j a e d i t o r i a l . c o m . b r.
3) Cada arquivo enviado deve conter apenas um conto. As primeiras linhas obrigatoriamente devem conter os seguintes dados: nome do conto e pseudônimo que o autor usa para publicação. As últimas linhas obrigatoriamente devem conter, após a palavra “Fim.”, os seguintes dados: Nome completo do autor, endereço completo para correspondência, telefones para contato, endereços eletrônicos (e-mails) para contato, uma breve biografia do autor e informações de publicação da obra, citando-a como inédita ou publicada (se não inédita, citar os livros, jornais, revistas, blogs ou sites onde eventualmente a obra tenha sido veiculada).
4) A nomenclatura do arquivo deve seguir o padrão: Pseudônimo do autor – Nome do conto – coletânea de submissão.extensão do arquivo.
Exemplo: José da Silva – Os Sertões de Andrômeda – Outros Mundos.doc
A seguir, as coletâneas que estão aceitando submissões no momento, com suas devidas características e particularidades:
Alternativas – Histórias de realidades extraordinárias
Objetivo: reunir contos que tratem de temas dentro da reconhecida vertente da ficção especulativa, denominada como História Alternativa, que resumidamente se pode reconhecer como narrativas que se passam em um universo onde ocorre um ponto de divergência da história convencional. Habitualmente esse tipo de narrativa é conhecida como “E se…”, caracterizando-se pela empregabilidade da frase: “O que ocorreria se determinada história tivesse transcorrido de forma distinta?”.
Padrão: os textos devem ter o tamanho entre 25 mil e 55 mil caracteres, incluindo os espaços em branco. O tempo, pessoa e forma narrativa são livres. O estilo deve obrigatoriamente respeitar a característica de conto em prosa, possuindo trama, com início, meio e final dentro de si mesmo, de forma clara.
Prazo: a entrega dos textos deve ser realizada até o dia 30 de junho de 2010.
Direitos Autorais: a remuneração de direitos autorais pela participação na obra será acertada na forma de exemplares da mesma, após impressos e publicados, sendo proporcional ao total de dez por cento da tiragem, a ser rateada de forma igualitária entre os participantes da coletânea. Será facultativo ao autor o recebimento em espécie, referente ao percentual que lhe caberia na divisão entre autores, com acertos posteriores a efetiva vendagem de exemplares.
Outros Mundos
Nota: título provisório a ser definido posteriormente.
Objetivo: reunir contos ou noveletas de gêneros variados da Literatura Fantástica (Ficção Científica, Fantasia, Terror, etc). A linha central da obra serão casos de pessoas (seres, criaturas, máquinas, etc) visitando Outros Mundos. Seres originários de outras realidades estão presentes na mitologia, folclore e esoterismo, enraizadas em nosso cotidiano (desde os sonhos até nossa imaginação), de tal maneira que a obra visa reunir contos fantásticos que falem deste tipo de contato entre nosso mundo e os demais. E não é apenas na fantasia que esse tipo de relação se faz presente, pois a ciência, com a física quântica abriu precedentes para Realidades Paralelas e viagens entre elas. A gama de opções é extensa, mas todos os contos irão girar em torno da proposta do que aconteceria na passagem entre universos e realidades distintas, mas mostrando esses atores de forma literária, com sutileza e cuidado com a trama.
Padrão: os textos devem ter o tamanho entre 30 mil e 80 mil caracteres, incluindo os espaços em branco. O tempo, pessoa e forma narrativa são livres. O estilo deve obrigatoriamente respeitar a característica de conto em prosa, possuindo trama, com início, meio e final dentro de si mesmo, de forma clara.
Prazo: a entrega dos textos deve ser realizada até o dia 30 de julho de 2010.
Direitos Autorais: a remuneração de direitos autorais pela participação na obra será acertada na forma de exemplares da mesma, após impressos e publicados, sendo proporcional ao total de dez por cento da tiragem, a ser rateada de forma igualitária entre os participantes da coletânea. Será facultativo ao autor o recebimento em espécie, referente ao percentual que lhe caberia na divisão entre autores, com acertos posteriores a efetiva vendagem de exemplares.
Fantástica Urbana
Objetivo: reunir contos em prosa, cujas tramas transcorram dentro de cenários urbanos habituais, porém com elementos fantásticos entrelaçados na história. Seriam textos escritos de forma a mostrar uma realidade cotidiana, onde a ficção e a fantasia se misturam de forma quase onírica. Serão tramas voltadas para a realidade, mas com um pé na área fantástica. Cenários sujos, fantasiosos, místicos, perversos, tratados em tom de ironia, aventura, suspense, ou até mesmo humor. O importante é a literatura bem trabalhada, cenários e personagens bem construídos e a criatividade em movimento.
Padrão: os textos devem ter o tamanho máximo 45 mil caracteres, incluindo os espaços em branco. O tempo, pessoa e forma narrativa são livres. O estilo deve obrigatoriamente respeitar a característica de conto em prosa, possuindo trama, com início, meio e final dentro de si mesmo, de forma clara.
Prazo: a entrega dos textos deve ser realizada até o dia 30 de junho de 2010.
Direitos Autorais: a remuneração de direitos autorais pela participação na obra será acertada na forma de exemplares da mesma, após impressos e publicados, sendo proporcional ao total de dez por cento da tiragem, a ser rateada de forma igualitária entre os participantes da coletânea. Será facultativo ao autor o recebimento em espécie, referente ao percentual que lhe caberia na divisão entre autores, com acertos posteriores a efetiva vendagem de exemplares.
Em Meio
Nota: título provisório a ser definido posteriormente.
Objetivo: reunir contos de suspense e/ou terror, em forma de prosa, cujas tramas envolvam anjos e/ou demônios. Será dada preferência a contos com extrema imaginação, cujas histórias centrais fujam dos clichês conhecidos dentro do gênero. Histórias em camadas, com finais surpreendentes e reviravoltas serão bem vindas. O estilo da escrita e as referencias utilizadas também serão levadas em conta. A intenção é produzir uma obra com textos de alta qualidade literária, e ao mesmo tempo enquadrar-se dentro da literatura fantástica.
Padrão: os textos devem ter o tamanho máximo 50 mil caracteres, incluindo os espaços em branco. O tempo, pessoa e forma narrativa são livres. O estilo deve obrigatoriamente respeitar a característica de conto em prosa, possuindo trama, com início, meio e final dentro de si mesmo, de forma clara.
Prazo: a entrega dos textos deve ser realizada até o dia 30 de agosto de 2010.
Direitos Autorais: a remuneração de direitos autorais pela participação na obra será acertada na forma de exemplares da mesma, após impressos e publicados, sendo proporcional ao total de dez por cento da tiragem, a ser rateada de forma igualitária entre os participantes da coletânea. Será facultativo ao autor o recebimento em espécie, referente ao percentual que lhe caberia na divisão entre autores, com acertos posteriores a efetiva vendagem de exemplares.”
NOTAS: não há nenhum custo para os autores referente a participação no processo de seleção ou de publicação. A Tarja Ediorial não é uma editora on-demand. Não emitiremos a leitura crítica dos contos após avaliados. Não temos um prazo para retorno e nem conclusão de nenhum dos processos. Assim que as seleções forem encerradas, o que pode ser muito antes do prazo final de qualquer uma delas, dependendo da qualidade do material recebido e analisado, os autores serão comunicados de sua aceitação, ou eventual recusa."
Para mais informações, acesse:
Site
Comunidade no orkut
E-mail: originais@tarjaeditorial.com.br
Oportunidades que muitos estavam esperando para ingressarem no mercado literário sem investir um tostão, então, mãos a obra e muita boa sorte a todos. Claro, como perceberam o prazo pra entrega estão longe, então, trabalhemos fortemente nos contos, revisemos dezenas de vezes e então, enviar, sem pressa, com calma, que nossa hora está chegando.
Obs.: Nenhuma delas cobra dinheiro ou exige venda – sob consignação ou não – de exemplares e todas pagam direitos autorais aos escritores.
A Editora Cidadela – que trabalha pelo sistema de demanda – convocou a escritora e organizadora Georgette Silen para organizar a coleção ‘Histórias Fantásticas’, dedicada a autores de ficção fantástica brasileira. O volume 1 já está recebendo contos. Segue o texto informativo:
“Histórias Fantásticas, volume 1
O Fantástico está presente em todas as culturas e mitologias que cercam o ser humano, desde os primórdios. Crendices, lendas, tudo faz parte do processo de crescimento do homem, e de seu povo. É intrínseco, inegável e indissolúvel na formação de uma sociedade.
Nada mais natural, portanto, que a Literatura Fantástica faça proveito dela, do imaginário popular, das lendas e superstições que nos acordam a noite, que nos transportam a outro lugar. Olhos brilham na escuridão, fadas voam com brilhos fosforescentes, curupiras assoviam, enquanto fantasmas povoam os quatro cantos, causando medo e tremor. Vampiros e bruxas, lobisomens e monstros, criaturas do imaginário coletivo serão os protagonistas de uma nova aventura. E estarão ao redor do leitor, que não terá como desviar o olhar.
Histórias Fantásticas, nova série que a Cidadela Editorial oferece aos leitores, irá contar com 21 contos selecionados nesse primeiro volume, que retratem toda a magia, a beleza, o fascínio e a diversidade do universo da Literatura Fantástica Brasileira. Os autores dessa série estão convidados a explorar todos os tipos possíveis de criaturas fantásticas, com temática livre dentro do gênero Fantástico, dando vida às letras do imaginário, transportando o leitor a universos e dimensões variadas.
E para participar, envie seu conto, entre 8000 e 10000 caracteres com espaços, para o email historiasfantasticas@cidadelaeditorial.com.br até o dia 07/06/2010 para avaliação e seleção. A organização será de Georgette Silen (organizadora das antologias O GRIMOIRE DOS VAMPIROS e UFO – CONTOS NÃO IDENTIFICADOS). Os autores selecionados não terão que pagar pela publicação, que será no sistema de demanda da editora, e terão direito a descontos especiais para adquirir os exemplares.
Faça parte desse novo projeto. Envie seu conto e esteja entre as páginas de Histórias Fantásticas.
Prefácio e Capa: M. D. Amado
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E-mail: historiasfantasticas@cidadelaeditorial.com.br "
Editora Tarja
Depois do anuncio do fechamento da seleção da coletânea cyberpunk feita pela própria Editora Tarja, ela anunciou mais quatro coletâneas com temas diferentes: História Alternativa, Fantasia Urbana, Anjos/Demônios e Realidades Alternativas.
“A Tarja Editorial está em processo de avaliação de contos para novas coletâneas a serem editadas e publicadas entre o segundo semestre de 2010 e o primeiro semestre de 2011. Qualquer escritor pode enviar trabalhos para análise, bastando que respeitem as características de submissão de cada uma delas.
Todos os trabalhos devem ser enviados dentro do padrão que segue abaixo, sendo que, em caso de recebimento de obras fora dele, automaticamente serão descartadas sem análise do texto:
1) O arquivo contendo o contos deve ser enviado em formato digital no padrão de extensão .doc ou .rtf (outros formatos não são aceitos, principalmente em corpo de mensagem). A fonte utilizada deve ser única (sugerimos garamond, arial, verdana ou times new roman) em todo arquivo. Não devem constar cabeçalhos ou rodapés no arquivo e não é necessário inserir numeração de páginas.
2) O envio deve ser feito para o endereço eletrônico: o r i g i n a i s @ t a r j a e d i t o r i a l . c o m . b r.
3) Cada arquivo enviado deve conter apenas um conto. As primeiras linhas obrigatoriamente devem conter os seguintes dados: nome do conto e pseudônimo que o autor usa para publicação. As últimas linhas obrigatoriamente devem conter, após a palavra “Fim.”, os seguintes dados: Nome completo do autor, endereço completo para correspondência, telefones para contato, endereços eletrônicos (e-mails) para contato, uma breve biografia do autor e informações de publicação da obra, citando-a como inédita ou publicada (se não inédita, citar os livros, jornais, revistas, blogs ou sites onde eventualmente a obra tenha sido veiculada).
4) A nomenclatura do arquivo deve seguir o padrão: Pseudônimo do autor – Nome do conto – coletânea de submissão.extensão do arquivo.
Exemplo: José da Silva – Os Sertões de Andrômeda – Outros Mundos.doc
A seguir, as coletâneas que estão aceitando submissões no momento, com suas devidas características e particularidades:
Alternativas – Histórias de realidades extraordinárias
Objetivo: reunir contos que tratem de temas dentro da reconhecida vertente da ficção especulativa, denominada como História Alternativa, que resumidamente se pode reconhecer como narrativas que se passam em um universo onde ocorre um ponto de divergência da história convencional. Habitualmente esse tipo de narrativa é conhecida como “E se…”, caracterizando-se pela empregabilidade da frase: “O que ocorreria se determinada história tivesse transcorrido de forma distinta?”.
Padrão: os textos devem ter o tamanho entre 25 mil e 55 mil caracteres, incluindo os espaços em branco. O tempo, pessoa e forma narrativa são livres. O estilo deve obrigatoriamente respeitar a característica de conto em prosa, possuindo trama, com início, meio e final dentro de si mesmo, de forma clara.
Prazo: a entrega dos textos deve ser realizada até o dia 30 de junho de 2010.
Direitos Autorais: a remuneração de direitos autorais pela participação na obra será acertada na forma de exemplares da mesma, após impressos e publicados, sendo proporcional ao total de dez por cento da tiragem, a ser rateada de forma igualitária entre os participantes da coletânea. Será facultativo ao autor o recebimento em espécie, referente ao percentual que lhe caberia na divisão entre autores, com acertos posteriores a efetiva vendagem de exemplares.
Outros Mundos
Nota: título provisório a ser definido posteriormente.
Objetivo: reunir contos ou noveletas de gêneros variados da Literatura Fantástica (Ficção Científica, Fantasia, Terror, etc). A linha central da obra serão casos de pessoas (seres, criaturas, máquinas, etc) visitando Outros Mundos. Seres originários de outras realidades estão presentes na mitologia, folclore e esoterismo, enraizadas em nosso cotidiano (desde os sonhos até nossa imaginação), de tal maneira que a obra visa reunir contos fantásticos que falem deste tipo de contato entre nosso mundo e os demais. E não é apenas na fantasia que esse tipo de relação se faz presente, pois a ciência, com a física quântica abriu precedentes para Realidades Paralelas e viagens entre elas. A gama de opções é extensa, mas todos os contos irão girar em torno da proposta do que aconteceria na passagem entre universos e realidades distintas, mas mostrando esses atores de forma literária, com sutileza e cuidado com a trama.
Padrão: os textos devem ter o tamanho entre 30 mil e 80 mil caracteres, incluindo os espaços em branco. O tempo, pessoa e forma narrativa são livres. O estilo deve obrigatoriamente respeitar a característica de conto em prosa, possuindo trama, com início, meio e final dentro de si mesmo, de forma clara.
Prazo: a entrega dos textos deve ser realizada até o dia 30 de julho de 2010.
Direitos Autorais: a remuneração de direitos autorais pela participação na obra será acertada na forma de exemplares da mesma, após impressos e publicados, sendo proporcional ao total de dez por cento da tiragem, a ser rateada de forma igualitária entre os participantes da coletânea. Será facultativo ao autor o recebimento em espécie, referente ao percentual que lhe caberia na divisão entre autores, com acertos posteriores a efetiva vendagem de exemplares.
Fantástica Urbana
Objetivo: reunir contos em prosa, cujas tramas transcorram dentro de cenários urbanos habituais, porém com elementos fantásticos entrelaçados na história. Seriam textos escritos de forma a mostrar uma realidade cotidiana, onde a ficção e a fantasia se misturam de forma quase onírica. Serão tramas voltadas para a realidade, mas com um pé na área fantástica. Cenários sujos, fantasiosos, místicos, perversos, tratados em tom de ironia, aventura, suspense, ou até mesmo humor. O importante é a literatura bem trabalhada, cenários e personagens bem construídos e a criatividade em movimento.
Padrão: os textos devem ter o tamanho máximo 45 mil caracteres, incluindo os espaços em branco. O tempo, pessoa e forma narrativa são livres. O estilo deve obrigatoriamente respeitar a característica de conto em prosa, possuindo trama, com início, meio e final dentro de si mesmo, de forma clara.
Prazo: a entrega dos textos deve ser realizada até o dia 30 de junho de 2010.
Direitos Autorais: a remuneração de direitos autorais pela participação na obra será acertada na forma de exemplares da mesma, após impressos e publicados, sendo proporcional ao total de dez por cento da tiragem, a ser rateada de forma igualitária entre os participantes da coletânea. Será facultativo ao autor o recebimento em espécie, referente ao percentual que lhe caberia na divisão entre autores, com acertos posteriores a efetiva vendagem de exemplares.
Em Meio
Nota: título provisório a ser definido posteriormente.
Objetivo: reunir contos de suspense e/ou terror, em forma de prosa, cujas tramas envolvam anjos e/ou demônios. Será dada preferência a contos com extrema imaginação, cujas histórias centrais fujam dos clichês conhecidos dentro do gênero. Histórias em camadas, com finais surpreendentes e reviravoltas serão bem vindas. O estilo da escrita e as referencias utilizadas também serão levadas em conta. A intenção é produzir uma obra com textos de alta qualidade literária, e ao mesmo tempo enquadrar-se dentro da literatura fantástica.
Padrão: os textos devem ter o tamanho máximo 50 mil caracteres, incluindo os espaços em branco. O tempo, pessoa e forma narrativa são livres. O estilo deve obrigatoriamente respeitar a característica de conto em prosa, possuindo trama, com início, meio e final dentro de si mesmo, de forma clara.
Prazo: a entrega dos textos deve ser realizada até o dia 30 de agosto de 2010.
Direitos Autorais: a remuneração de direitos autorais pela participação na obra será acertada na forma de exemplares da mesma, após impressos e publicados, sendo proporcional ao total de dez por cento da tiragem, a ser rateada de forma igualitária entre os participantes da coletânea. Será facultativo ao autor o recebimento em espécie, referente ao percentual que lhe caberia na divisão entre autores, com acertos posteriores a efetiva vendagem de exemplares.”
NOTAS: não há nenhum custo para os autores referente a participação no processo de seleção ou de publicação. A Tarja Ediorial não é uma editora on-demand. Não emitiremos a leitura crítica dos contos após avaliados. Não temos um prazo para retorno e nem conclusão de nenhum dos processos. Assim que as seleções forem encerradas, o que pode ser muito antes do prazo final de qualquer uma delas, dependendo da qualidade do material recebido e analisado, os autores serão comunicados de sua aceitação, ou eventual recusa."
Para mais informações, acesse:
Site
Comunidade no orkut
E-mail: originais@tarjaeditorial.com.br
Oportunidades que muitos estavam esperando para ingressarem no mercado literário sem investir um tostão, então, mãos a obra e muita boa sorte a todos. Claro, como perceberam o prazo pra entrega estão longe, então, trabalhemos fortemente nos contos, revisemos dezenas de vezes e então, enviar, sem pressa, com calma, que nossa hora está chegando.
Livro de Eclipse é relançado com capa nova
Aproveitando a chegada de Eclipse dentro de alguns meses nos cinemas, a editora americana está relançado o livro com nova capa, como você vê ao lado. Além disso, o volume terá dois formatos: um com apenas o livro (esse ao lado) e outro com vários materiais do longa (que reproduz o primeiro pôster na capa)
E aí, gostou da imagem nova com Bella e Edward dentro de seus olhos? Romântico, né?
Em Eclipse, a rivalidade entre vampiros e lobos se acirra. Haverá também a presença de novos vampiros recrutados por Victoria (Bryce Dallas Howard). Enquanto isso, Bella e Jacob estão numa encruzilhada: ela tem de se decidir entre o amor de Edward ou do lobisomem. Ele, por sua vez, tem de escolher se briga por Bella ou se segue a tradição dos lobos.
O longa tem direção de David Slade e estão no elenco Kristen Stewart (Bella), Robert Pattinson (Edward), Taylor Lautner (Jacob), Billy Burke (Charlie), Ashley Greene (Alice), Jackson Rathbone (Jasper Hale), Peter Facinelli (Carlisle) entre outros.
A estreia está prevista para 30 de junho de 2010.
Fonte: O Capacitor
sábado, abril 10, 2010
História do Livro
Todos sabemos que a escrita surgiu na antiguidade, Os primeiros suportes para ela foram tabuletas de pedra ou argila, seguidos por "khartés" (volumen para os romanos, forma pela qual ficou mais conhecido) que consistia em um cilindro de papiro, facilmente transportado. O "volumen"era desenrolado enquanto ia sendo lido e o texto era escrito em colunas na maioria das vezes (e não no sentido de eixo cilíndrico, como se acredita). Algumas vezes um mesmo cilindro continha várias obras, chamado então de tomo, seu cumprimento total chegava a 6 ou 7 metros, e de diâmetro a 6 centímetros. O papiro consiste em uma parte da planta que era liberada, livrada (latim, libere, livre) do restante da planta - daí surge liber libri, em latim, e posteriormente "livro" em português. Os Fragmentos de papiro mais recentes são datados do século II a.C.
Aos poucos o papiro foi sendo substituído pelo pergaminho, excerto de couro bovino ou de outros animais, a vantagem dele é que se conserva mais ao longo do tempo e o nome deriva de "Pérgamo", cidade da Ásia menor onde teria sido inventado e foi muito usado. O Volumen também foi substituído pelo códex, que era uma compilação de páginas e não mais um rolo. O códex surgiu entre os gregos como forma de codificar as leis, mas foi aperfeiçoado pelos romanos nos primeiros anos da Era Cristã. O uso do formato códice (ou códice) e do pergaminho era complementar, pois era muito mais fácil costurar códices de pergaminho do que de papiro.
Uma conseqüência fundamental do códice é que ele faz com que se comece a pensar no livro como objeto, identificando definitivamente a obra com o livro.
A consolidação do códex acontece em Roma, como já citado. Em Roma a leitura ocorria tanto em público (para a plebe), evento chamado recitatio, como em particular, para os ricos. Além disso, é muito provável que em Roma tenha surgido pela primeira vez a leitura por lazer (voluptas), desvinculada do senso prático que a caracterizara até então. Os livros eram adquiridos em livrarias. Assim aparece também a figura do editor, com Atticus, homem de grande senso mercantil. Algumas obras eram encomendadas pelos governantes, como a Eneida, encomendada a Virgílio por Augusto.
Acredita-se que o sucesso da religião cristã se deve em grande parte ao surgimento do códice, pois a partir de então tornou-se mais fácil distribuir informações em forma escrita.
Idade Média:
Na idade Média o livro sofre um pouco, na Europa, as consequências do excessivo fervor religioso, e passa a ser considerado em si como um objeto de salvação. A característica mais marcante da Idade Média é o surgimento dos monges copistas, homens dedicados em período integral a reproduzir as obras, herdeiros dos escribas egípcios ou dos libraii romanos. Nos mosteiros era conservada a cultura da Antiguidade. Apareceram nessa época os textos didáticos, destinados à formação dos religiosos.
O livro continua sua evolução com o aparecimento de margens e páginas em branco. Também surge a pontuação no texto, bem como o uso de letras maiúsculas. Também aparecem índices, sumários e resumos, e na categoria de gêneros, além do didático, aparecem os florilégios (coletâneas de vários autores), os textos auxiliares e os textos eróticos. Progressivamente aparecem livros em língua vernácula, rompendo com o monopólio do latim na literatura. O papel passa a substituir o pergaminho.
Mas a invenção mais importante, já no limite da Idade Média, foi a impressão, no século XIV. Consistia originalmente da gravação em blocos de madeira do conteúdo de cada página do livro; os blocos eram mergulhados em tinta, e o conteúdo transferido para o papel, produzindo várias cópias. Foi em 1405 surgia na China, por meio de Pi Sheng, a máquina impressora de tipos móveis, mas a tecnologia que provocaria uma revolução cultural moderna foi desenvolvida por Johannes Gutenberg.
A Epopéia de Gilgamesh é o livro mais antigo conhecido.
Idade Moderna:
No Ocidente, em 1455, Johannes Gutenberg inventa a imprensa com tipos móveis reutilizáveis, o primeiro livro impresso nessa técnica foi a Bíblia em latim. Houve certa resistência por parte dos copistas, pois a impressora punha em causa a sua ocupação. Mas com a impressora de tipos móveis, o livro popularizou-se definitivamente, tornando-se mais acessível pela redução enorme dos custos da produção em série.
Com o surgimento da imprensa desenvolveu-se a técnica da tipografia, da qual dependia a confiabilidade do texto e a capacidade do mesmo para atingir um grande público. As necessidades do tipo móvel exigiram um novo desenho de letras; caligrafias antigas, como a Carolíngea, estavam destinadas ao ostracismo, pois seu excesso de detalhes e fios delgados era impraticável, tecnicamente.
Uma das figuras mais importantes do início da tipografia é o italiano Aldus Manutius. Ele foi importante no processo de maturidade do projeto tipográfico, o que hoje chamaríamos de design gráfico ou editorial. A maturidade desta nova técnica levou, entretanto, cerca de um século.
Idade Contemporânea:
Cada vez mais aparece a informação não-linear, seja por meio dos jornais, seja da enciclopédia. Novas mídias acabam influenciando e relacionando-se com a indústria editoral: os registros sonoros, a fotografia e o cinema.
O acabamento dos livros sofre grandes avanços, surgindo aquilo que conhecemos como edições de luxo. Atualmente, a Bíblia é o livro mais vendido do mundo.
Livro Eletrônico:
De acordo com a definição dada no início deste artigo, o livro deve ser composto de um grupo de páginas encadernadas e ser portável. Entretanto, mesmo não obedecendo a essas características, surgiu em fins do século XX o livro eletrônico, ou seja, o livro num suporte eletrônico, o computador. Ainda é cedo para dizer se o livro eletrônico é um continuador do livro típico ou uma variante, mas como mídia ele vem ganhando espaço, o que de certo modo amedronta os amantes do livro típico - os bibliófilos.
Existem livros eletrônicos disponíveis tanto para computadores de mesa quanto para computadores de mão, os palmtops. Uma dificuldade que o livro eletrônico encontra é que a leitura num suporte de papel é cerca de 1,2 vez mais rápida do que em um suporte eletrônico, mas pesquisas vêm sendo feitas no sentido de melhorar a visualização dos livros eletrônicos.
Fonte: Wikipedia
Obs.: É Dificil falar da História do Livro, pois ela é muito extensa, mas para eu não me prolongar muito, quem tiver interesse em mais informações da História do Livro, você pode encontrar muito mais nestes links: Amigos do Livro, Tipografia e USP. Quem tiver algum outro link interessante sobre o assunto, postem nos comentários, para podermos divulgar neste post.
quinta-feira, abril 08, 2010
J.K. Rowling diz que pretende lançar novo livro em breve
A escritora Joanne Rowling esteve nesta segunda-feira entre os convidados dos eventos de Páscoa na Casa Branca. A autora da série Harry Potter leu trechos do primeiro livro da série como parte do Easter Egg Roll, evento que acontece anualmente no gramado sul da sede do governo dos Estados Unidos.
Depois, ao jornal Washington Post, Rowling disse que não tem planos de escrever nenhum derivado da série, mas não descartou a possibilidade. "Talvez daqui a dez anos", disse, dependendo de como estiver me sentindo. Já sobre obras não-relacionados a Harry Potter, ao ser questionada por uma das crianças presentes, disse que não vai parar de escrever livros. "Estou certa de que lançarei um novo livro em breve", disse.
Inicialmente uma reunião pequena em 1878, o Easter Egg Roll tranformou-se num grande evento com mais de 30 mil participantes e ingressos solicitados pela Internet. As atividades do dia incluem jogos de futebol, basquete, golfe e ioga, parte do programa de luta contra a obesidade infantil capitaneado por Michelle Obama, e apresentações de artistas como J.K. Rowling. Este ano, 4 mil ingressos foram destinados às famílias de militares e 3 mil aos estudantes de Washington, com o restante distribuído a solicitantes de todos os 50 estados dos EUA.
Fonte: Omelete
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Minha observação: Que bom, espero que lance muito em breve, e que seja tão boa quanto HP, o jejum de livros da J.K. merece ser quebrado. (risos)
Até mais.
quarta-feira, março 31, 2010
Personagem da Saga Crepúsculo ganha livro solo
Stephenie Meyer está lançando um livro paralelo à série Crepúsculo, dedicado à personagem Bree Tanner, de Eclipse. Com o título The Short Second Life of Bree Tanner: An Eclipse Novella (em tradução livre, A Curta Segunda Vida de Bree Tanner), a novela tem 192 páginas e e chega às livrarias dos EUA em 5 de junho.
"Eu estou tão surpresa quanto qualquer um sobre esse livro. Comecei a trabalhar nele em 2005 simplesmente como um exercício para me ajudar a examinar o outro lado de Eclipse, que eu estava editando na época. Pensei que poderia ser um conto para o meu site. Depois, quando começamos a trabalhar no guia oficial de Crepúsculo, pensei que poderia publicar a história da Bree ali. Mas ela acabou crescendo muito mais do que eu esperava, até que ficou longa demais até para o guia", comentou a autora no anúncio oficial.
O livro conta a história da vampira recém-convertida Bree, destacando o lado sombrio do mundo vampírico que ela habita e sua jornada no exército que se prepara para atacar Bella e os Cullen. Como a personagem ganha destaque no terceiro filme da franquia, o diretor David Slade falou da importância do conto para a ambientação do filme.
"Eu gostei bastante da história e ela nos deu várias ideias, inspirou as escolhas de locação e a modelagem das cenas. Acho que os fãs vão adorar os detalhes da história, que envolve as paixões, medos e ações de uma nova vampira", disse o diretor.
The Short Second Life of Bree Tanner terá parte de seu lucro doado para as vítimas do Chile e do Haiti e e também poderá ser lido online, durante um mês, no site dedicado à personagem. Ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.
Fonte: Omelete
Capa Original do Livro
"Eu estou tão surpresa quanto qualquer um sobre esse livro. Comecei a trabalhar nele em 2005 simplesmente como um exercício para me ajudar a examinar o outro lado de Eclipse, que eu estava editando na época. Pensei que poderia ser um conto para o meu site. Depois, quando começamos a trabalhar no guia oficial de Crepúsculo, pensei que poderia publicar a história da Bree ali. Mas ela acabou crescendo muito mais do que eu esperava, até que ficou longa demais até para o guia", comentou a autora no anúncio oficial.
O livro conta a história da vampira recém-convertida Bree, destacando o lado sombrio do mundo vampírico que ela habita e sua jornada no exército que se prepara para atacar Bella e os Cullen. Como a personagem ganha destaque no terceiro filme da franquia, o diretor David Slade falou da importância do conto para a ambientação do filme.
"Eu gostei bastante da história e ela nos deu várias ideias, inspirou as escolhas de locação e a modelagem das cenas. Acho que os fãs vão adorar os detalhes da história, que envolve as paixões, medos e ações de uma nova vampira", disse o diretor.
The Short Second Life of Bree Tanner terá parte de seu lucro doado para as vítimas do Chile e do Haiti e e também poderá ser lido online, durante um mês, no site dedicado à personagem. Ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.
Fonte: Omelete
quinta-feira, março 25, 2010
Best-seller de blogueiro vai virar filme
Você não leu errado, é isso mesmo, mais um livro terá sua adaptação para o cinema, dessa o livro é do blogueiro Cory Doctorow, que se chama "Little Brother", foi publicado no final de abril do ano de 2008.
O Livro ficou na lista dos mais vendidos do New York Times e ganhou alguns prêmios no ano passado como: White Pine, Prometheus e o John W. Campbell Memorial Award. O Livro ficou entre os finalistas de melhor romance do Hugo Award.
Sobre o Livro:
A história mostra Marcus, um garoto de 17 anos que acredita dominar tecnologia e o sistema de segurança de seu colégio, mas, juntamente com seus amigos, acaba como suspeito de um grande ataque terrorista em San Francisco. Eles então são presos pelo Departamento de Segurança Nacional, levados a uma prisão secreta e interrogados impiedosamete por dias. Quando finalmente saem da prisão, descobrem que a cidade está dominada pela polícia e que qualquer cidadão é tratado como suspeito. Marcus sabe que ninguém acreditará em sua história, então só lhe resta uma opção: derrubar o DSN sozinho.
Sobre o Autor:
Doctorow ganhou notoriedade na mídia como ativista pela liberação das leis de copyright e defensor das licensas Creative Commons, usadas em todos os seus livros, o que permite o livre compartilhamento de sua obra, desde que para fins não-comerciais. O título do livro, claro, faz referência ao Big Brother do clássico da crítica ao totalitarismo 1984, de George Orwell.
Sobre o Filme:
A adaptação de Little Brother ainda está nos estágios iniciais de desenvolvimento. Nesse momento, os produtores estão procurando um diretor e roteiristas para o projeto.
Para mais informações acesse:
Site Oficial (em inglês):
http://craphound.com/littlebrother/
Wikipedia (em inglês):
http://en.wikipedia.org/wiki/Little_Brother_%28Cory_Doctorow_novel%29
O Livro ficou na lista dos mais vendidos do New York Times e ganhou alguns prêmios no ano passado como: White Pine, Prometheus e o John W. Campbell Memorial Award. O Livro ficou entre os finalistas de melhor romance do Hugo Award.
Capa Original do livro
Sobre o Livro:
A história mostra Marcus, um garoto de 17 anos que acredita dominar tecnologia e o sistema de segurança de seu colégio, mas, juntamente com seus amigos, acaba como suspeito de um grande ataque terrorista em San Francisco. Eles então são presos pelo Departamento de Segurança Nacional, levados a uma prisão secreta e interrogados impiedosamete por dias. Quando finalmente saem da prisão, descobrem que a cidade está dominada pela polícia e que qualquer cidadão é tratado como suspeito. Marcus sabe que ninguém acreditará em sua história, então só lhe resta uma opção: derrubar o DSN sozinho.
Sobre o Autor:
Doctorow ganhou notoriedade na mídia como ativista pela liberação das leis de copyright e defensor das licensas Creative Commons, usadas em todos os seus livros, o que permite o livre compartilhamento de sua obra, desde que para fins não-comerciais. O título do livro, claro, faz referência ao Big Brother do clássico da crítica ao totalitarismo 1984, de George Orwell.
Sobre o Filme:
A adaptação de Little Brother ainda está nos estágios iniciais de desenvolvimento. Nesse momento, os produtores estão procurando um diretor e roteiristas para o projeto.
Para mais informações acesse:
Site Oficial (em inglês):
http://craphound.com/littlebrother/
Wikipedia (em inglês):
http://en.wikipedia.org/wiki/Little_Brother_%28Cory_Doctorow_novel%29
terça-feira, março 16, 2010
Livro Infantil terá uma adaptação para o Cinema
Uma nova adaptação está por vir nas telas dos cinemas, "A Invenção de Hugo Cabret" (tradução literal), é uma ficção histórica escrito e ilustrado por Brian Selznick, publicado em janeiro de 2007 nos EUA, com 533 páginas, e que contém 284 figuras, o livro é totalmente dependente delas e que dizem por si só o que são e o que significam.
A história do livro acompanha Hugo, um garoto de 12 anos que vive em uma estação de trem em Paris no começo do século 20. Seu pai, um relojoeiro que trabalhava em um museu, morre momentos depois de mostrar a Hugo a sua última descoberta: um androide, sentado numa escrivaninha, com uma caneta na mão, aguardando para escrever uma importante mensagem. O problema é que o menino não consegue ligar o robô, nem resolver o mistério.Para mais informações sobre o Livro, acesse (em inglês):
http://en.wikipedia.org/wiki/The_Invention_of_Hugo_Cabret
Ou pelo Site Oficial (em inglês):
http://www.theinventionofhugocabret.com/index.htm
>> Sobre o Filme
Sacha Baron Cohen (Brüno, Borat) e Ben Kingsley (Ilha do Medo) estão fechando negociações para atuar no próximo filme de Martin Scorsese, a adaptação do livro infantil The Invention of Hugo Cabret.
De acordo com o Deadline, Cohen viverá um inspetor da estação de trem, enquanto Kingsley será o lendário diretor do cinema mudo George Méliès, que tem um papel crucial na trama.
A adaptação foi roteirizada por John Logan (O Aviador) e a produção será de Graham King (Os Infiltrados). O livro já foi editado no Brasil, com o título A Invenção de Hugo Cabret, pela Edições SM.
Empresa japonesa anuncia perna artificial que interpreta sinais do cérebro
Uma empresa japonesa de robótica criou uma perna artificial capaz de interpretar os sinais do cérebro e movimentar-se a partir de suas ordens, permitindo ao usuário caminhar de forma "fluente", informaram hoje a Efe fontes da companhia.
O aparelho, desenvolvido pela empresa Cyberdyne, usa a mesma tecnologia utilizada em 2008 para o revolucionário traje-robô batizado como "HAL", uma espécie de armadura cibernética que permite facilitar os movimentos de idosos e pessoas com necessidades especiais.
"O princípio robótico é o mesmo. O sistema da perna tem sensores que podem ler os sinais enviados pelo cérebro", explicou um dos porta-vozes da empresa, Mitsuhiro Sakamoto.
Quando os sensores detectam que o cérebro envia a ordem de movimento à perna, os pequenos motores instalados na extremidade artificial movimentam de forma automática os mecanismos do joelho e o tornozelo.
A perna ortopédica permite aos pacientes caminhar de forma natural, sem a ajuda de muletas, segundo a empresa.
Os responsáveis pela Cyberdyne acreditam que o aparelho passe a ser comercializado em aproximadamente quatro anos.
Além disso, a empresa deve aplicar os mesmos princípios robóticos para fabricar braços artificiais com fins ortopédicos.
Até agora, o principal produto da companhia era o "HAL", que aumenta as capacidades físicas do corpo humano e é recomendado a pacientes com problemas musculares ou incapacidades físicas.
Fonte: UOL Noticias
O aparelho, desenvolvido pela empresa Cyberdyne, usa a mesma tecnologia utilizada em 2008 para o revolucionário traje-robô batizado como "HAL", uma espécie de armadura cibernética que permite facilitar os movimentos de idosos e pessoas com necessidades especiais.
"O princípio robótico é o mesmo. O sistema da perna tem sensores que podem ler os sinais enviados pelo cérebro", explicou um dos porta-vozes da empresa, Mitsuhiro Sakamoto.
Quando os sensores detectam que o cérebro envia a ordem de movimento à perna, os pequenos motores instalados na extremidade artificial movimentam de forma automática os mecanismos do joelho e o tornozelo.
A perna ortopédica permite aos pacientes caminhar de forma natural, sem a ajuda de muletas, segundo a empresa.
Os responsáveis pela Cyberdyne acreditam que o aparelho passe a ser comercializado em aproximadamente quatro anos.
Além disso, a empresa deve aplicar os mesmos princípios robóticos para fabricar braços artificiais com fins ortopédicos.
Até agora, o principal produto da companhia era o "HAL", que aumenta as capacidades físicas do corpo humano e é recomendado a pacientes com problemas musculares ou incapacidades físicas.
Fonte: UOL Noticias
segunda-feira, março 15, 2010
Resenha: HP e a Pedra Filosofal (J.K. Rowling)
Capa Original do Livro
Primeiro Livro da Saga Harry Potter de um total de Sete Livros. Antes de dar minha opnião sobre o livro, vou fazer um básico resumo:
"Harry, orfão de pai e mãe, é deixado, ainda bebê, na porta da casa de seus tios, onde sofre humilhações constantemente desde pequeno, porém, aos 11 anos, ele recebe várias cartas de um lugar chamado "Hogwarts", mas seu tio o proibe de ler o conteúdo dela, inclusive, seu tio chegou a fugir e levou todos eles (Ta Petúnia, o seu primo e o próprio Harry) por um lugar fora de alcance da civilização, sem sucesso, pois as cartas os encontraram, só que desta vez, ela é levada por um meio-gigante.
Então, o menino com o raio na testa, descobre que é um bruxo e que a carta, nada mais é do que um convite para ele se juntar a outros alunos da "Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts".
Chega na escola, ou antes disso, já faz amigos e ferrenhos inimigos, lá ele descobre que a escola é dividida em 4 casas: Sonserina, Lufa-lufa, Corvinal e Grifinória.
Ele é selecionado para a última casa que citei. Durante o Transcorrer do ano letivo, ele descobre que tem professor que o odeia e que ele é muito bom em Quadribol, e é selecionado para ser o apanhador de sua casa (Grifinória), num dos jogos, alguém tenta mata-lo.
Mistérios não ficam de fora, ele descobre que a Pedra Filosofal está sendo guardada dentro da escola, mas alguém quer rouba-la, e junto com seus amigos, ele tenta chegar primeiro no local passando por etapas em que os próprios professores e o diretor prepararam , no fim, apenas Harry chega até lá, apesar da surpresa da descoberta de quem é o ladrão, invonlutariamente, ele consegue deter a pessoa.
O Ano letivo acaba e Harry volta para a casa dos seus tios e ele retornará no próximo ano."
Como perceberam, não só neste livro, existem dezenas de clichês, como: "orfão que tem que salvar o mundo, em companhia da menina inteligente e o amigo bobo, um sábio, entre outros" Porém, não acho que o livro se resume nestes e outros clichês, pois muitos deles são muito bem usados, além de que o livro encanta as pessoas de todas as idades, faz novos adeptos da leitura aparecer a cada dia, e o mais importante: nos transporta para dentro do livro, mesmo que alguns de vocês não goste, não tem muito o que discutir, o livro é um sucesso, ao invés de arrumarem desculpas para não lerem o livro, junte-se a nós, leitores de cabeça-aberta e que não julga um livro pelos seus clichês, a quem diga que é cópia descarada de SdA e SW, discordo, cada um segue linhas diferentes, mas o que pode ser igual, existe em qualquer livro de fantasia.
Enfim, leiam e tirem suas próprias conclusões.
Poster do Primeiro Filme
Não preciso dizer que o filme foi sucesso de bilheteria, que teve indicações ao oscar e ganhou prêmios e mais prêmios e que rolou protestos impedindo a gravação do filme em alguns lugares, porém, o Filme deixou a desejar (e muito), apesar que algumas alterações foram bem vindas, como por exemplo: Na hora em que Harry está indo atras da tal Pedra, em uma das etapas ele tem que escolher uma chave, uma das que estão voando, e ao pega-la as outras o seguem raivosas, bem bolada essa cena, ficou com mais ação do que no próprio livro.
As atuações foram ótimas também, destaque para o Professor Snape, apesar de tudo, ele é um ótimo ator.
Pesqisando na internet, eu descobri (não, eu não soube de nada antes) que o rato de Rony foi feito por computação gráfica e não com um rato de verdade como eu imagava. E também um dos retratos, na cena das escadas que se movem, é uma pintura da segunda mulher do rei Henrique VIII, Ana Bolena: popularmente se acreditava que ela fosse uma bruxa. Enfim, e outras curiosidades.
Até breve!
O. Raphael Gama
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